O Natal está chegando e Papai Noel evita dizer o que vai trazer para as crianças.“Quem tiver sido bonzinho será recompensado” diz o bom velhinho.
Para os analistas, a presença de Papai Noel no Paraguai na última semana indica que esse ano muitos terão que se contentar com eletrônicos piratas. A acessoria de Papai Noel não confirma a especulação. |


O sapateiro grego Gatus Nakacholus saiu de casa na última terça-feira carregando um gato na cabeça. Segundo Nakacholus, ele não havia percebido a presença do felino, embora achasse mesmo que seu chapéu estava mais pesado do que de costume, além de miar de vez em quando.
Este não é o primeiro caso de animal na cabeça. Em 1874, o chinês Ka Be Shao foi ao trabalho levando um urso panda dentro de seu capacete. “Não sei como ele entrou aí”, disse o chinês. |
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SEÇÃO EU MEREÇO - FOLHA ONLINE
42 anos após tomar poder, Força afirma orgulhar-se do passado; quem assina nota é general que parou avião
Golpe alicerçou democracia, diz Exército
PEDRO DIAS LEITE DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
No aniversário de 42 anos do golpe militar de 1964, a ordem do dia do Exército, lida para cerca de 200 mil soldados em quartéis de todo o país ontem, exalta sua atuação ao dizer que "esse Exército orgulha-se do passado". Diz ainda que o golpe ajudou a "alicerçar, em cada brasileiro, a convicção perene de que preservar a democracia é dever nacional". "O 31 de Março insere-se, pois, na História pátria e é sob o prisma dos valores imutáveis de nossa Força e da dinâmica conjuntural que o entendemos. É memória, dignificado à época pelo incontestável apoio popular, e une-se, vigorosamente, aos demais acontecimentos vividos, para alicerçar, em cada brasileiro, a convicção perene de que preservar a democracia é dever nacional", diz o final do texto, assinado pelo comandante do Exército, general Francisco Albuquerque. Antes, em seis pontos começados sempre com "Esse Exército, o seu Exército", a nota destaca o que considera "valores" da Força. "Esse Exército, o seu Exército, orgulha-se do passado, porque nele os valores e postulados da instituição, que se confundem com os da própria nação brasileira, nasceram e se consolidaram", diz o primeiro dos pontos. O novo ministro da Defesa, Waldir Pires, nomeado ontem para o cargo, disse respeitar a posição de cada um, ao comentar a ordem do dia do Exército. Pires foi um exilado político justamente pelo golpe militar de 1964 "Não tenho nada a contestar à posição de quem interprete dessa forma [a exaltação ao golpe militar]. Tenho que respeitar a posição de cada um", afirmou. Segundo ele, "na história temos que consolidar a soberania popular, a idéia de liberdade e a garantia dos direitos dos cidadãos". Em outro trecho, a nota de ontem diz que o Exército "considera que esse passado pertence à história e volta-se para o futuro, trabalhando pelo desenvolvimento nacional e empregando a mão amiga de sua gente toda vez que necessidades, urgências e emergências clamam por sua presença". A nova manifestação do Exército ocorre num momento delicado, já que seu signatário, o comandante Albuquerque, foi alvo de críticas nas últimas semanas, depois de ter supostamente usado o cargo para conseguir embarcar em um avião lotado que já se preparava para decolar. Ele nega e diz que agiu como um cidadão. Mas não é a primeira vez, já depois da redemocratização, que o Exército utiliza a ordem do dia para defender o golpe. Em 2000, a ordem do dia afirmava que o movimento militar de 64 foi um ato de "coragem moral" para "restaurar a democracia". Contra a "insensatez" e o "destempero", dizia a nota, os militares mantiveram-se "ao lado da razão". No ano passado, porém, o Exército adotou, no ano passado, tom bem mais ameno sobre o golpe em sua ordem do dia de 31 de março. Uma nota de meses antes, de outubro de 2004, exaltava a atuação do Exército no golpe e tentava justificar a violência dos militares contra grupos que se opunham à ditadura. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva obrigou o general Albuquerque a se retratar, mas o militar ficou. Quem caiu foi o então ministro da Defesa, José Viegas. Escaldado com a repercussão da nota de apenas seis meses antes, em 2005 o Exército disse apenas que, quando chamado a agir, "sempre o fez objetivando exclusivamente os mais elevados interesses nacionais".
Escrito por Rogério às 14h21
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e o livro escolhido foi...
caramba Lígia, física quantica?
e vc Flávia, se pensasse um pouco saberia qual eu trouxe.
eu realmente só trouxe um livro. minhas malas estavam explodindo. se alguém me perguntasse, talvez eu dissesse que levraria alguma Antologia Poética, do Vinícius, do Drummond ou do Quintana, ou o Livro de Sonetos (o livro que eu ganhei 3x). ou a coletânea dos "melhores poemas do séc. XX", livro que aliás sumiu - acho q esqueci na UEL. ou um de arquitetura, "registro de uma vivência" do Lúcio Costa. ou ainda "história das cidades" do Benévolo. de ficção, talvez "o caso dos dez negrinhos" da Aghata Cristie ou "A caverna" do Saramago. ou ainda o melhor de todos "Cem anos de solidão" do Garcia Marquez.
pois é né? podia ter trazido o Cem anos de Solidão... puts.
mas não eu trouxe
AS CIDADES INVISÍVEIS do ìtalo calvino
daí eu fui em uma entrevista de emprego e o cara disse que adorava uma frase em q o imperador Kan perguntava se o Marco Polo viajava pq ele queria reencontrar o futuro. e eu, na lata: essa frase é do Cidades Invisíveis, do Ítalo Calvino.
fiz ou não fiz uma moral?
Escrito por Rogério às 21h45
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