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EDIÇÃO NÚMERO
Nos porões de minha casa Vive uma princesa deposta Que outro dia vivia no sótão Mas em busca da república, este sonho abstrato da monarquia Lancei-a escada abaixo, tranquei-a, com trava e chave Fique aí, e não me incomode Não desci para alimentá-la, nem de Sol ou companhia Noutro tempo ela ainda gritava, batia, chamava E isso nunca me incomodou. Mas agora há um silêncio, de morte ou de aceitação, Que me dá vontade e medo De descer pra descobrir O que é que houve nos porões Na república de historiadores saudosos da monarquia. Escrito por Rogério às 18h15 [ ] [ envie esta mensagem ] Pois eh gente boa! O blog está de volta. Agora é pra valer! Como dizia o pai pra filha que tinha medo do escorregador: Agora vai! E se por acaso alguém entrar aqui a tempo, vai uma dica: Falcão - meninos do tráfico. Parece que vai passar amanhã, no Fantástico. Imperdível. Até eu - que não tenho TV - vou ver. Tô na área. Se derrubar é pênalti. Com tudo diferente, porque esse é um blog antropofágico. E indigesto... Escrito por Rogério às 18h12 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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