O Natal está chegando e Papai Noel evita dizer o que vai trazer para as crianças.“Quem tiver sido bonzinho será recompensado” diz o bom velhinho.
Para os analistas, a presença de Papai Noel no Paraguai na última semana indica que esse ano muitos terão que se contentar com eletrônicos piratas. A acessoria de Papai Noel não confirma a especulação.

 


Rogério na Usina de Letras
Larissa
Liliane Prata
Lígia Manccini - Fotografia e poesia
Terráquea
Lígia Manccini - O canto da poeta

 

 

O sapateiro grego Gatus Nakacholus saiu de casa na última terça-feira carregando um gato na cabeça. Segundo Nakacholus, ele não havia percebido a presença do felino, embora achasse mesmo que seu chapéu estava mais pesado do que de costume, além de miar de vez em quando.
Este não é o primeiro caso de animal na cabeça. Em 1874, o chinês Ka Be Shao foi ao trabalho levando um urso panda dentro de seu capacete. “Não sei como ele entrou aí”, disse o chinês.

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EDIÇÃO NÚMERO

 



CONTO

NOTA: Esclarecimentos sobre o post anterior. um dia vinícius de moraes chegou muito bravo em casa, sentou-se para escrever e saiu o texto que postei ontem. a borboleta amarela... merda para ela.

 

VISITA


- Pai?

- Oi filho. O que está olhando aí no jornal?

- Eu não sei. Olha que absurdo. Meu nome saiu na seção de falecimentos.

- Deixa eu ver.

- Bem aqui. Entre esse japonês e esse judeu.

- E como você está se sentindo?

- É piada é? Eu tô ótimo. Há anos não me sentia tão bem.

- Muito bom.

- Daqui a pouco meus amigos verão essa nota e irão ficar desesperados. Meu Deus, preciso avisar a mamãe. Se ela abre o jornal é capaz de morrer de susto pensando que eu morri.

- Ahahaha. Não se preocupe.

- E vou telefonar para o jornal. Meus amigos, meus clientes... É capaz de perder clientes por causa desses irresponsáveis.

- Encontrar no anúncio a sua própria nota de falecimento é uma situação bem curiosa não?

- Muito. Dá uma sensação esquisita. Faz lembrar que a morte é realmente possível.

- E COMO é possível.

- É verdade. A gente pensa que morrer é coisa de velho, e parece que a gente nunca está velho demais. Morrer é coisa de quem é mais velho do que a gente.

- Morrer é coisa da vida.

- E eu não sou mais nenhuma criança...

- Com quantos anos você está?

- Vinte. Ou trinta. Não, acho que são oitenta. Ou sessenta...!?

- Bom. Já não é mais um menino...

- Não. Não sou. Que situação mais esquisita...

- Pois é.

- Justo no dia em que o senhor apareceu. A quanto tempo não nos víamos...

- Dês de que eu fui para a guerra.

- É verdade. Dês de a guerra. Ninguém viu o senhor entrar? Cadê mamãe? Cadê Luiza? Não tem mais ninguém nessa casa não?

- Elas saíram ontem a noite. Tinham um compromisso. Iam dormir fora.

- Muito saidinhas elas.

- Ahahaha. Também acho.

- Dês de a guerra.

- Dês de a guerra.

- Nossa, muito tempo.

- Muito.

        - Não esperava que o senhor aparecesse. Mas afinal, o que é que tem feito em todos esses anos?

        - Filho. Preciso te contar uma coisa.


Escrito por Rogério às 09h09 [ ] [ envie esta mensagem ]



a borboleta amarela...

 

 

 

 

 

 

 

 

merda para ela.


Escrito por Rogério às 01h21 [ ] [ envie esta mensagem ]




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